Agenciamentos e Engendramentos que Sustentam as Bases da Escola Contemporânea
DOI:
https://doi.org/10.1590/2175-6236145833vs01Palavras-chave:
Escola Contemporânea, Biopoder, GovernamentalidadeResumo
À luz do pensamento de Foucault, o presente artigo analisa as práticas educacionais, destacando os mecanismos de saber/poder que produzem sujeição através de mecanismos de governamentalidade dos corpos. A partir do conceito de biopolítica, tecemos uma analítica sobre as bases que estruturam a escola básica, apontando os dispositivos de manutenção que mantêm o modelo neoliberal, os quais inibem os processos de singularização de estudantes e promovem uma conformidade que dificulta novas formas inventivas de existir. Reconhecemos a necessidade de problematizar as genealogias dessas realidades sociais e históricas, propondo a criação de espaços/tempos que favoreçam a emancipação dos sujeitos.
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