Para Desestabilizar Deficiências: uma análise de implicações aleijada

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/2175-6236141804vs01

Palavras-chave:

Estudos da Deficiência, Análise de Implicações, Capacitismo, Universidade Pública, Políticas Públicas

Resumo

Pretende-se discorrer sobre alguns atravessamentos do processo de fazer pesquisa no campo da deficiência. Para tecer estas problematizações são utilizados extratos de uma pesquisa realizada com estudantes com deficiência que ingressaram em uma universidade pública federal por meio da política de ações afirmativas. A fim de aleijar a análise de implicações, sugere-se apostar na potência ético-política da existência da diferença, antecipar e desejar a diversidade nos mais diversos espaços, contextos e temporalidades acadêmicas, desestabilizar saberes hegemônicos e, por fim, assumir um posicionamento ético-político comprometido com a luta anticapacitista.

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Biografia do Autor

Gisele De Mozzi, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Brasília/DF – Brasil

Gisele De Mozzi é doutora em Psicologia Social e Institucional pelo Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atua como psicóloga clínica, consultora e palestrante.

Publicado

2024-11-06

Como Citar

Mozzi, G. D. (2024). Para Desestabilizar Deficiências: uma análise de implicações aleijada. Educação & Realidade, 49. https://doi.org/10.1590/2175-6236141804vs01

Edição

Seção

Estudos da Deficiência na Educação

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