O Dizer-se de um Povo: palavra, práxis e performatividade em Paulo Freire

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/2175-6236130678vs01

Palavras-chave:

Paulo Freire, Palavra, Práxis, Performatividade, Povo

Resumo

Este ensaio buscou problematizar o conceito de palavra através da interpretação performativa do conceito de práxis nas obras Ação cultural para a liberdade, Educação como prática da liberdade e Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire, haja vista a ligação entre reflexão e ação, para ele, inerente a ambos conceitos. Da análise das aporias advindas de uma compreensão ainda representacionista da palavra, bem como de uma aproximação da noção de performatividade, segundo Jacques Derrida e Judith Butler, foi possível dar lugar a uma compreensão do poder que teria a própria palavra de encetar novas situações e transformar a realidade social, e por meio do qual um povo poderia com palavras se fazer um povo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Pedro Buarque , Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE), Petrolina/PE – Brazil

Pedro Buarque é professor de Filosofia do Instituto de Educação Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE) e integrante do corpo docente do Mestrado Profissional em Filosofia (PROF-FILO) do IFSertãoPE.

Maria Inez Carvalho, Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador/BA – Brasil

Maria Inez Carvalho é professora titular da Faculdade de Educação (FACED) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e uma das líderes do grupo de pesquisa Formação em Exercício de Professores (FEP).

Publicado

2024-09-12

Como Citar

Buarque , P., & Carvalho, M. I. (2024). O Dizer-se de um Povo: palavra, práxis e performatividade em Paulo Freire. Educação & Realidade, 49. https://doi.org/10.1590/2175-6236130678vs01

Edição

Seção

Artigos

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.