Detecção de corrosão em concreto armado com termografia infravermelha e ultrassom

Autores/as

  • Joaquin Humberto Aquino Rocha Universidade de Pernambuco
  • Yêda Vieira Póvoas Universidade de Pernambuco

Palabras clave:

Corrosão. Termografia infravermelha. Ultrassom. Concreto armado.

Resumen

A corrosão do aço é uma das principais manifestações patológicas em concreto armado. Sua detecção precoce pode evitar tanto custosos reparos quanto danos aos usuários. Este artigo propõe o uso da termografia infravermelha e do ultrassom para a detecção de corrosão em concreto armado. A metodologia consistiu na elaboração de 6 corpos de prova de (30x20x10) cm com a inserção de três barras de aço de 12,5 mm com cobrimentos iguais a 2,5 cm, 5,0 cm e 7,5 cm, os mais utilizados e recomendados nas estruturas de concreto armado. Os corpos de prova foram submetidos a um processo de corrosão acelerada de forma diferenciada com o objetivo de analisar três diferentes graus de corrosão. Posteriormente foi realizado o ensaio de termografia infravermelha e, finalmente, de ultrassom. Os resultados mostraram que a termografia infravermelha tem muitas limitações na detecção da corrosão, mas essas limitações são reduzidas no período da manhã, em estados muito avançados de deterioração e em aços com pequenos cobrimentos. Por outro lado, o ultrassom apresentou clara distinção nos resultados entre os corpos de prova, uma vez que a velocidade de propagação de onda varia de acordo com o grau de corrosão e a qualidade do concreto. Embora ambos os ensaios apresentem algumas limitações, a combinação deles permite melhor detecção do problema, uma vez que a termografia pode localizar as áreas afetadas e o ultrassom pode caracterizar melhor a situação ao comparar essas áreas com outras intactas do mesmo concreto.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Publicado

17.06.2019

Cómo citar

ROCHA, Joaquin Humberto Aquino; PÓVOAS, Yêda Vieira. Detecção de corrosão em concreto armado com termografia infravermelha e ultrassom. Ambiente Construído, [S. l.], v. 19, n. 3, p. 53–68, 2019. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/ambienteconstruido/article/view/81762. Acesso em: 3 ago. 2026.

Número

Sección

Artigos

Artículos más leídos del mismo autor/a

Artículos similares

> >> 

También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.