Dificuldades na mobilidae para pessoas em farmácias

uma análisedo ponto de vista de acessibilidade

Autores

Palavras-chave:

Acessibilidade, Locomoção, Ergonomia, Espaços construídos, Farmácias, Envelhecimento

Resumo

Idosos podem apresentar limitações quanto à mobilidade, o que os expõe a um maior número de quedas. As farmácias, locais constantemente visitados por idosos, podem não apresentar uma acessibilidade adequada, ampliando os riscos. Este estudo analisou os fatores que afetam a mobilidade de pessoas idosas em farmácias com base na normaNBR 9050/2020. Três estabelecimentos foram avaliados, utilizando a metodologia walkthrough. Plantas técnicas foram elaboradas a partir de registros de vídeo para verificar os principais pontos da norma. Os resultados evidenciam inconformidades,tais como: circulação inadequada com obstáculos, como caixas, tapetes e partes estruturais; falta de largura mínima, além de áreas de exposição elevadas que oferecem potenciais riscos. Um dos locais apresentou escadas e rampas sem corrimão, contrariando a norma. Essas limitações na acessibilidade nos ambientes dificultam a mobilidade de idosos e aumentam o risco de desequilíbrio, tropeços e quedas. Em conclusão, além de melhorar a acessibilidade, mobilidade e segurança nas farmácias, é essencial que profissionais de projeto e autoridades públicas sigam rigorosamente as normas técnicas, associadas aos novos conhecimentos específicos, para garantir a participação social dos idosos em ambientes públicos.

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Biografia do Autor

Luiz Gustavo Souza da Silva, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Aluno regular do Mestrado Acadêmico em Design do Programa de Pós Graduação em Design (PPGDES) da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) na linha de pesquisa "Ergonomia". Arquiteto e Urbanista pelo Centro Universitário Sagrado Coração (UNISAGRADO) no ano de 2020.

Fabio Augusto Barbieri, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Professor associate da Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Faculdade de Ciências - Departamento de Educação Física (Bauru - SP, Brasil), vinculado aos Programas de Pós-graduação em Ciências do Movimento na UNESP (Capes - 5) e Design (Capes - 6). Bacharel (2004) e licenciado (2007) em Educação Física e mestre em Ciências da Motricidade (2007) pela UNESP. Doutor em Ciências da Motricidade pela UNESP (2012) e Ph.D. em Human Movement Science pela VU Amsterdam University (Holanda - 2013). Pós-Doutor em Educação Física pela UNESP (2015). Livre-Docente em Ciências do Movimento. Coordenador do Laboratório de Pesquisa em Movimento Humano (MOVI-LAB) e do projeto de Extensão ATIVA PARKINSON. É membro da International Parkinson and Movement Disorder Society, International Society for Posture and Gait Research, International Society of Biomechanics, Sociedade Brasileira de Comportamento Motor e Sociedade Brasileira de Biomecânica. Atualmente, é coordanador do Program de Pós-Graduação em Ciências do Movimento - Interunidades da UNESP, vice-chefe do Departamento de Educação Física, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Comportamento Motor, membro do Translation Steering Committee da International Parkinson and Movement Disorder Society e editor chefe da Brazilian Journal of Motor Behavior. Realizou estágio no exterior na VU Amsterdam University - Amsterdam - Holanda, Purdue University - West Lafayette - Estados Unidos e Universidade de Porto - Porto - Portugal.O principal objetivo do seu grupo de pesquisa é compreender a neuromecânica dos movimentos humanos. Nosso grupo estuda como o movimento humano é planejado e controlado, especialmente no contexto do envelhecimento, distúrbios do movimento e desempenho esportivo. A abordagem da nossa pesquisa consiste em uma combinação de estudos experimentais, intervenções e ensaios clínicos com o objetivo de desvendar a interação entre os sistemas neurais, perceptivos e motores, além de considerar as restrições orgânicas, relacionadas à tarefa e ao ambiente. Essas abordagens são desenvolvidas para promover programas de prevenção, diagnóstico, intervenção e reabilitação para melhorar a qualidade de movimentos da vida diária na população com distúrbios do movimento e no envelhecimento, e para melhorar o desempenho durante a prática esportiva e a vida cotidiana. Para atingir esses objetivos, os estudos empregam metodologias neuromecânicas (por exemplo, ferramentas de captura de movimento, EEG e EMG) e perceptivas (por exemplo, rastreamento ocular) para entender o movimento humano e os distúrbios relacionados. https://movilabunesp.come-mail: fabio.barbieri@unesp.br

Giovana Innocenti Strabeli, Centro Universitário Sagrado Coração - UNISAGRADO

Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Paulista (2009) e mestrado em Programa de Pós-Graduação Engenharia e Estruturas pela Universidade Federal de São Carlos (2015). Atualmente é professor da Universidade do Sagrado Coração. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projetos da Edificação, atuando principalmente nos seguintes temas: residencial, comercial e institucional.

João Carlos Riccó Plácido da Silva, Universidade Federal de Uberlândia - UFU

João Carlos Plácido é professor da UFU (Universidade Federal de Uberlândia); Doutor em Design pela UNESP (2017); Possui Mestrado em Design pela UNESP (2012); e graduação em Desenho Industrial pela UNESP (2009); Lecionou para os cursos de Design e Arquitetura da Universidade do Sagrado Coração -USC (2017) e UNIP (2012). Tendo participação no Conselho de curso de Design e do Núcleo de Desenvolvimento Estruturante de Design e Arquitetura da USC. Trabalhou em várias campanhas gráficas e assessorou o escritório PFproDesign no desenvolvimento de produtos. Tem experiência na área de Desenho Industrial (Design), com ênfase em Programação Visual e Projeto de Produto, atuando principalmente nos seguintes temas: design, design gráfico, design de produto, ergonomia informacional, metodologia em design, marca gráfica, transporte, fotografia, inovação e desenho manual. 

Luis Carlos Paschoarelli, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Luis Carlos Paschoarelli é Professor Titular no Departamento de Design da UNESP (2017); Livre-Docente em Design Ergonômico pela UNESP (2009); possui Pós-doutorado em Ergonomia (2008) pela ULISBOA; Doutorado em Engenharia de Produção (2003) pela UFSCar; Mestrado em Projeto, Arte e Sociedade - Desenho Industrial (1997) e graduação em Desenho Industrial (1994) pela UNESP. É co-lider no Grupo de Pesquisa Design Ergonômico: Projeto e Interfaces onde coordena os projetos de pesquisa: Design Ergonômico: avaliação e intervenção ergonômica no projeto, Design Ergonômico: metodologias para a avaliação de instrumentos manuais na interface homem X tecnologia e Contribuições do Design Ergonômico na pesquisa e projeto de equipamentos para a reabilitação de pessoas com capacidades específicas. Está lotado no Laboratório de Ergonomia e Interfaces - Departamento de Design, onde atua como docente no curso de graduação em Design e do Programa de Pós-graduação (mestrado e doutorado) em Design da UNESP. Tem experiência na área do design, ergonomia, design ergonômico, design de produto e design gráfico.

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Publicado

26.02.2025

Como Citar

SILVA, Luiz Gustavo Souza da; BARBIERI, Fabio Augusto; STRABELI, Giovana Innocenti; SILVA, João Carlos Riccó Plácido da; PASCHOARELLI, Luis Carlos. Dificuldades na mobilidae para pessoas em farmácias: uma análisedo ponto de vista de acessibilidade. Ambiente Construído, [S. l.], v. 25, 2025. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/ambienteconstruido/article/view/139066. Acesso em: 3 ago. 2026.

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