Conforto térmico em espaços abertos no clima quente e úmido: estudo de caso em um parque urbano no Bioma Mata Atlântica

Autores

  • Linccon de Carvalho Lima Universidade Federal da Paraíba-UFPB -Centro de Tecnologia CT- Campus I
  • Solange Maria Leder Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Arquitetura
  • Luiz Bueno da Silva Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Engenharia de Produção.
  • Erivaldo Lopes de Souza Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Engenharia de Produção.

Palavras-chave:

Parque Urbano, Sensação térmica, Espaços abertos

Resumo

Estudos de conforto térmico em espaços climatizados apresentam limitações ao desconsiderar a adaptação do indivíduo às condições ambientais. Com objetivo de superar as limitações dos modelos atuais de conforto térmico, pesquisas têm sido realizadas para identificar os limites de conforto em ambientes sem climatização e em condições naturais, dentre elas, destacam-se os estudos de conforto em espaços abertos. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo geral avaliar a sensação térmica dos visitantes de um parque urbano em João Pessoa-PB, uma cidade de clima quente e úmido no nordeste do Brasil. O Parque Urbano utilizado como área de estudo é uma das principais áreas verdes da cidade de João Pessoa. A metodologia aplicada utilizou de monitoramento microclimático das variáveis: temperatura do ar, temperatura do globo, umidade relativa do ar, velocidade do ar e radiação solar. Também foram aplicados 900 questionários estruturados para avaliar a sensação térmica dos usuários. Os resultados mostraram que 70% dos entrevistados estavam confortáveis quando a temperatura do ar estava entre 26 e 31 °C. Através de modelagem matemática observou-se que existe efeito significativo das variáveis ambientais sobre a sensação térmica real. Comparando a sensação térmica com os índices calculados PMV, SET e PET, o intervalo encontrado para o índice PET de 24 a 34 °C foi o que melhor refletiu a sensação térmica real dos entrevistados.

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Biografia do Autor

Linccon de Carvalho Lima, Universidade Federal da Paraíba-UFPB -Centro de Tecnologia CT- Campus I

Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil e Ambiental - PPGECAM-UFPB Centro de Tecnologia CT - Campus I

Laboratório de Conforto Ambiental LABCON-UFPB

 

Solange Maria Leder, Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Arquitetura

Programa de Pós Graduação em Engenharia Civil e Ambiental - PPGECAM-UFPB Centro de Tecnologia CT- Campus I - Departamento de Arquitetura

Laboratório de Conforto Ambiental LABCON-UFPB

Luiz Bueno da Silva, Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Engenharia de Produção.

Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Engenharia de Produção. - Laboratório de Análises do Trabalho - LAT

Erivaldo Lopes de Souza, Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Engenharia de Produção.

Universidade Federal da Paraíba, Centro de Tecnologia - Campus I, Departamento de Engenharia de Produção. - Laboratório de Análises do Trabalho - LAT

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Publicado

2019-03-12

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