Compósitos termofixos vegetais
absorção de água e retenção das propriedades mecânicas após intemperismo
Palavras-chave:
Biopolímero, Biofibra, Termorrígido, Durabilidade, DegradaçãoResumo
Buscando ampliar a aplicação dos compósitos termofixos, esta pesquisa objetiva identificar as bioresinas e biofibras mais resistentes às intempéries, de modo a possibilitar seu uso externo. Foram levantados dados de pesquisas científicas experimentais sobre compósitos termofixos com matriz sintética ou vegetal e fibras vegetais ou híbridas, com diferentes processos de moldagem, geometrias de reforço, alinhamento e tratamento das fibras vegetais e frações fibras/matriz. Buscou-se trabalhos que estudaram as resistências à tração e à flexão; a absorção de água dos compósitos em 24h de imersão e até a saturação; e sua retenção das resistências mecânicas após envelhecimento acelerado ou natural. Investigou-se a influência do tipo de matriz e de fibra e de suas frações nessas propriedades. Os resultados indicam que compósitos de matriz vegetal e com fibras híbridas ou de sisal são os que menos absorvem água em 24h, e que compósitos com linho possuem a menor absorção de água na saturação e maior retenção da resistência à tração após o envelhecimento. Isto é, esses compósitos sofrem menos danos devido às intempéries e, assim, possuem o maior potencial para uso externo. Porém, independentemente da fibra, conforme sua quantidade aumenta, diminui a retenção da resistência à flexão dos compósitos, limitando sua aplicação.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2023 Ambiente Construído

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Direitos Autorais
Autores de artigos publicados pela Ambiente Construído mantêm os direitos autorais de seus trabalhos, licenciando-os sob a licença Creative Commons Attribution BY 4.0, que permite que os artigos sejam reutilizados e distribuídos sem restrição, desde que o trabalho original seja corretamente citado.


