Incorporação de óxido de grafeno em argamassa de revestimento: uma visão sustentável

Autores

  • Marla Corso Mestre em Tecnologias Limpas no Centro Universitário de Maringá - UniCesumar
  • Lilian Keylla Berto Mestranda no Programa de Tecnologias Limpas no Centro Universitário de Maringá - UniCesumar, Bolsista Capes
  • Ana Carolina Dias de Albuquerque Mestranda no Programa de Tecnologias Limpas no Centro Universitário de Maringá - UniCesuma, Bolsista Capes
  • Jean Halison de Oliveira Doutorando em química pela Universidade Estadual de Maringá
  • Silvia Luciana Favaro Prof. Dra. do curso de Engenharia Mecânica e Coordenadora do Programa de Pós Graduação em Engenharia Mecânica, Universidade Estadual de Maringá - UEM
  • Luciana Cristina Soto Herek Rezende Prof. Dra. do Programa de Mestrado em Tecnologias Limpas, Centro Universitário de Maringá - UniCesumar. Bolsista do Instituto Cesumar de Ciência, Tecnologia e Inovação

Palavras-chave:

Construção civil, Nanomateriais, Propriedades mecânicas

Resumo

A nanotecnologia tem avançado muito nos últimos anos, promovendo o surgimento de novos materiais, como o grafite e suas composições, como óxido de grafeno e grafeno. Diante disso, este estudo avaliou física, química e mecanicamente argamassa de revestimento com incorporação de óxidode grafeno nas proporções de 0,04% e 0,1%. A adição provocou mínimas interferências nas propriedades físicas das argamassas contendo óxido de grafeno quando comparada à argamassa de referência, não comprometendo a argamassa final. Porém, com relação às propriedades mecânicas houve um aumento na resistência à compressão nas argamassas modificadas, quando comparadas à argamassa de referência, e a função desejabilidade pôde determinar que, com 82,45% de otimização, a proporção de 0,1% contribuiu para as melhores condições para a resistência à compressão e à tração na flexão das argamassas modificadas. As análises de superfície também colaboraram com a comprovação desse fato, pois é possível visualizar que quando há melhoria na dispersão do óxido de grafeno nas matrizes cimentícias, ocorre melhoria nas propriedades mecânicas.

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Biografia do Autor

Marla Corso, Mestre em Tecnologias Limpas no Centro Universitário de Maringá - UniCesumar

Programa de Pós-graduação em Tecnologias Limpas, Centro Universitário de Maringá - UniCesumar.

Lilian Keylla Berto, Mestranda no Programa de Tecnologias Limpas no Centro Universitário de Maringá - UniCesumar, Bolsista Capes

Programa de Pós-graduação em Tecnologias Limpas, Centro Universitário de Maringá - UniCesumar.

Ana Carolina Dias de Albuquerque, Mestranda no Programa de Tecnologias Limpas no Centro Universitário de Maringá - UniCesuma, Bolsista Capes

Programa de Pós-graduação em Tecnologias Limpas, Centro Universitário de Maringá - UniCesumar.

Jean Halison de Oliveira, Doutorando em química pela Universidade Estadual de Maringá

Programa de Pós-graduação em Química, Universidade Estadual de Maringá - UEM

Silvia Luciana Favaro, Prof. Dra. do curso de Engenharia Mecânica e Coordenadora do Programa de Pós Graduação em Engenharia Mecânica, Universidade Estadual de Maringá - UEM

Departamento do Programa de Pós-graduação em Engenharia Mecânica, Universidade Estadual de Maringá - UEM

Luciana Cristina Soto Herek Rezende, Prof. Dra. do Programa de Mestrado em Tecnologias Limpas, Centro Universitário de Maringá - UniCesumar. Bolsista do Instituto Cesumar de Ciência, Tecnologia e Inovação

Programa de Pós-graduação em Tecnologias Limpas, Centro Universitário de Maringá - UniCesumar.

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Publicado

2019-12-10

Edição

Seção

Artigos