Emprego de resina epóxi em vigas danificadas de madeira de Pinus elliottii

Autores

  • Marília da Siva Bertolini Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)
  • Diego Henrique de Almeida Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)
  • Laurenn Borges de Macedo Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)
  • Felipe Hideyoshi Icimoto Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)
  • Fabiane Salles Ferro Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos
  • André Luis Christoforo Universidade Federal de São João del-Rei
  • Francisco Antonio Rocco Lahr Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos

Palavras-chave:

Madeira, vigas, resina epóxi, reforço estrutural

Resumo

A utilização da madeira em estruturas está vinculada a condições que permitam sua utilização por muitos anos sem a perda de suas propriedades de resistência e de rigidez. Entretanto, por se tratar de material natural, as estruturas em madeira projetadas podem estar sujeitas ao ataque de agentes biológicos, ação de intempéries, entre outros fatores, requerendo soluções na forma de reparo ou reforço. O presente trabalho objetivou investigar a influência do uso de resina epóxi como agente reparador em vigas danificadas de madeira de Pinus elliottii no cálculo do produto de rigidez à flexão. Para tanto, foi realizado um planejamento experimental completo, tendo a posição dos defeitos provocados (central ou laterais), o uso ou não da resina nos defeitos, e a posição desses defeitos (superior - compressão ou Inferior - tração) como fatores. Os resultados da análise estatística revelaram que o uso da resina epóxi nas regiões danificadas das vigas apresentaram valores do produto de rigidez na flexão significativamente superiores quando comparados com as vigas da condição com defeito e sem a resina epóxi. Mesmo sendo significativo o uso da resina nas regiões danificadas, o produto de rigidez à flexão das vigas reparadas foi inferior ao produto de rigidez à flexão das vigas sem defeito (referência), evidenciando a necessidade de outros estudos com outras resinas e outros materiais visando à recuperação total da rigidez da peça de madeira danificada.

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Biografia do Autor

Marília da Siva Bertolini, Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)

Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais

- Materiais compósitos e produtos derivados da madeira;

Diego Henrique de Almeida, Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)

Departamento de Engenharia de Estruturas

- Madeira e estrutura de madeira

Laurenn Borges de Macedo, Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)

Departamento de Engenharia de Estruturas

Madeira, estrutura de madeira e derivados da madeira

Felipe Hideyoshi Icimoto, Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP)

Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais

Fabiane Salles Ferro, Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos

Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais

Madeira e derivados da madeira

André Luis Christoforo, Universidade Federal de São João del-Rei

Departamento de Engenharia Mecânica

Madeira, estruturas de madeira, materiais compósitos e planejamento de experimentos

Francisco Antonio Rocco Lahr, Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos

Departamento de Engenharia de estruturas

Madeira, estruturas de madeira, derivados da madeira e materiais compósitos

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Publicado

2014-06-17

Edição

Seção

Artigos

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