Conforto térmico em espaços públicos de passagem: estudos em ruas de pedestres no estado de São Paulo

Autores

  • Lucila Chebel Labaki Universidade Estadual de Campinas
  • Maria Solange Gurgel de Castro Fontes Faculdade de Artes e Comunicação, UNESP - Bauru
  • Carolina Lotufo Bueno-Bartholomei UNESP - Presidente Prudente
  • Cristiane Dacanal INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO - CAMPUS OURICURI

Palavras-chave:

Espaços públicos urbanos, Conforto térmico, Espaços de passagem

Resumo

Este artigo apresenta resultados de um estudo sobre conforto térmico em espaços públicos de passagem, em ruas de pedestres nas cidades de Campinas, Bauru e Presidente Prudente, no Estado de São Paulo. O estudo foi desenvolvido dentro de uma pesquisa mais ampla sobre o conforto térmico em diferentes tipos de espaços urbanos abertos, nas mesmas cidades. A metodologia empregada envolveu o monitoramento microclimático (temperatura, temperatura de globo, umidade relativa do ar, velocidade do ar e radiação solar global), em diferentes condições de tempo, e entrevistas estruturadas, para identificar a sensação térmica e as variáveis pessoais dos usuários. A análise dos resultados permitiu identificar diferenças entre a sensação térmica real (ASV) e o conforto calculado pela temperatura fisiológica equivalente (PET). Os limites de conforto térmico variaram entre as cidades: 20-29 ºC para Campinas, 21-30 ºC para Bauru, e 14-24 ºC para Presidente Prudente. Entretanto, a sensação de neutralidade térmica para 59,5% do total da amostra (308 de 519 indivíduos) foi de 18 a 26 ºC. Esses resultados são compatíveis com os limites propostos por Monteiro e Alucci (2007) para a cidade de São Paulo e podem contribuir como parâmetro de avaliação da qualidade térmica de outros espaços públicos de passagem nas mesmas cidades.

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Biografia do Autor

Lucila Chebel Labaki, Universidade Estadual de Campinas

Professora Titular do Departamento de Arquitetura e Construção, Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo

Maria Solange Gurgel de Castro Fontes, Faculdade de Artes e Comunicação, UNESP - Bauru

Carolina Lotufo Bueno-Bartholomei, UNESP - Presidente Prudente

Cristiane Dacanal, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SERTÃO PERNAMBUCANO - CAMPUS OURICURI

Doutora em Engenharia Civil pela UNICAMP

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Publicado

2012-01-03

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