El último en salir de la penumbra, que encienda la luz. Subjetividades de las batallas del rap
DOI:
https://doi.org/10.22456/2238-152X.151980Resumen
Se plantea la relación de determinada juventud con la ciudad, en una región predominantemente agroindustrial. La juventud, en este texto, ocupa un espacio bifurcado: es lo que vemos, así como lo que nos ayuda a ver. El hilo conductor es la letra de una canción de Lenine, “Quadro-negro”, que nos condujo a contextualizar que al apagar las luces de una ciudad, no se ven las vidas vulnerables: abandono, explotación sexual, sin techo y criminalidad. En una paradoja de lo que aparece en la penumbra, este artículo es fruto de la producción de una investigación de doctorado en Psicología, que trata de plantear la expresividad de la juventud en las batallas de rima raperas de los espacios nocturnos de la ciudad, reinventando territorios existenciales, y localizando también al municipio como analizador del territorio.
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