El último en salir de la penumbra, que encienda la luz. Subjetividades de las batallas del rap

Autores/as

  • Adriana Garritano Dourado Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)
  • Anita Guazzelli Bernardes Universidade Católica Dom Bosco

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-152X.151980

Resumen

Se plantea la relación de determinada juventud con la ciudad, en una región predominantemente agroindustrial. La juventud, en este texto, ocupa un espacio bifurcado: es lo que vemos, así como lo que nos ayuda a ver. El hilo conductor es la letra de una canción de Lenine, “Quadro-negro”, que nos condujo a contextualizar que al apagar las luces de una ciudad, no se ven las vidas vulnerables: abandono, explotación sexual, sin techo y criminalidad. En una paradoja de lo que aparece en la penumbra, este artículo es fruto de la producción de una investigación de doctorado en Psicología, que trata de plantear la expresividad de la juventud en las batallas de rima raperas de los espacios nocturnos de la ciudad, reinventando territorios existenciales, y localizando también al municipio como analizador del territorio.

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Biografía del autor/a

Adriana Garritano Dourado, Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)

Doutoranda do programa de pós-graduação de doutorado em psicologia da saúde da
Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Campo Grande, MS, Brasil.

Anita Guazzelli Bernardes, Universidade Católica Dom Bosco

Psicóloga, doutora em Psicologia, professora e pesquisadora dos Programas de Pós graduação em Psicologia e Desenvolvimento Local da Universidade Católica Dom Bosco, bolsista produtividade CNPq.

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Publicado

2026-10-05

Cómo citar

Garritano Dourado, A., & Bernardes, A. G. (2026). El último en salir de la penumbra, que encienda la luz. Subjetividades de las batallas del rap. Revista Polis E Psique, 16, e026022. https://doi.org/10.22456/2238-152X.151980

Número

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