Experiência Rádio Bilola virtualidade, convivência e cuidado em saúde mental

Autores

  • Júlia Monteiro Schenkel UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN)
  • Ana Karenina Arraes Amorim UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN)
  • Lannuzya Veríssimo e Oliveira UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE (UFRN) https://orcid.org/0000-0002-6881-898X
  • Flavia Liberman Caldas Universidade Federal de São Paulo -UNIFESP https://orcid.org/0000-0001-8563-5993

DOI:

https://doi.org/10.22456/2238-152X.146463

Resumo

Os tempos da pandemia de covid-19 colocaram desafios à saúde mental, notadamente pela tarefa de sustentar sociabilidades e reinserção social na Rede de Atenção Psicossocial. Apresentamos alguns resultados de uma intervenção-pesquisa de doutorado que objetivou cartografar espaços entre a clínica, a arte e a política, a partir da imersão da pesquisadora-trabalhadora em um Centro de Convivência e Cultura no Nordeste do país. A experiência desse serviço na pandemia é discutida e analisada enquanto estratégia viva de desinstitucionalização na saúde mental, na qual a vivência coletiva e autogestiva operada em um grupo de WhatsApp propiciou a emergência da Rádio Bilola. Argumentamos que as ações desenvolvidas conseguiram potencializar aspectos éticos norteadores da Reforma Psiquiátrica e Sanitária e, portanto, fundamentais ao paradigma da atenção psicossocial, como a participação e o protagonismo dos usuários. Afirmamos a potência dessa estratégia como possível propagadora de contágio para novas práticas na Atenção Psicossocial em tempos tão desafiadores.

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Publicado

2025-08-06

Como Citar

Monteiro Schenkel, J., Arraes Amorim, A. K., Veríssimo e Oliveira, L., & Liberman Caldas, F. (2025). Experiência Rádio Bilola virtualidade, convivência e cuidado em saúde mental. Revista Polis E Psique, 15, e025011. https://doi.org/10.22456/2238-152X.146463

Edição

Seção

Relato de Experiência