SAÚDE DOCENTE E A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO NO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA REDE PRIVADA DE ENSINO SUPERIOR

Autores

  • Giovanni Frizzo
  • Andressa Bopsin

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.72916

Palavras-chave:

Docentes. Saúde do trabalhador. Riscos laborais.

Resumo

Este artigo deriva de um estudo de caso de caráter qualitativo que objetivou analisar as implicações da precarização do trabalho docente na saúde do professorado do curso de Educação Física de uma Instituição da rede privada do Ensino Superior. Foi possível identificar que o professorado está cada vez mais submerso pela racionalidade do regime de acumulação capitalista, que precariza explicitamente o trabalho, afetando a saúde dos(as) docentes. Nesta pesquisa, concluímos que o trabalho pedagógico na Instituição pesquisada se torna cada vez mais precário, ocasionando adoecimento aos(às) trabalhadores(as) de modo substancial e que a precarização do trabalho e a saúde docente estão intimamente associados. Dentre os agravamentos de saúde do professorado, estão os problemas: osteomusculares, vocais e labirintite e, esses sendo decorrentes de fatores de saúde mental como estresse, cansaço, desânimo e transtorno de ansiedade.

 

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Publicado

2017-11-25

Como Citar

FRIZZO, G.; BOPSIN, A. SAÚDE DOCENTE E A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO NO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA REDE PRIVADA DE ENSINO SUPERIOR. Movimento, [S. l.], v. 23, n. 4, p. 1271–1282, 2017. DOI: 10.22456/1982-8918.72916. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/72916. Acesso em: 28 nov. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais