A CORRIDA DE REVEZAMENTO DO FOGO SIMBÓLICO DA PÁTRIA EM PORTO ALEGRE (1938-1947): ESTUDO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS CLUBES ESPORTIVOS
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-8918.5704Palavras-chave:
Clubes esportivos. Corrida . HistóriaResumo
Este estudo tem como objetivo compreender a participação dos clubes esportivos porto-alegrenses na invenção da ‘Corrida de Revezamento do Fogo Simbólico da Pátria’ (CFS) em Porto Alegre (RS – Brasil) no período de 1938 a 1947. Fontes impressas e fontes orais foram utilizadas nesse estudo. Os clubes esportivos porto-alegrenses, na figura dos seus atletas e dirigentes, ajudaram a inventar e fixar a CFS em Porto Alegre. Além disso, os clubes esportivos construíram representações da identidade nacional brasileira através da CFS.Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
A autoria detém os direitos autorais sobre os manuscritos submetidos e concede à revista Movimento o direito de publicar os textos, de acordo com a política de licença aberta adotada pelo periódico.
A revista Movimento adota a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), seguindo o modelo de Acesso Aberto (Open Access), que permite o acesso virtual, sem restrição (incluindo as financeiras), a todos os textos científicos publicados pelo periódico.
Ao realizar a submissão do manuscrito, a autoria precisa declarar estar ciente das licenças de direitos autorais que entrarão em vigor caso o manuscrito seja aceito e publicado, conforme termos descritos abaixo:
- O acesso aberto é a condição em que a/o detentor/a dos direitos autorais de um trabalho acadêmico concede direitos de uso a terceiros usando uma licença aberta (Creative Commons Attribution, CC-BY);
- O acesso aberto é gratuito e imediato ao trabalho, autorizando qualquer usuária/o a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, rastreá-los para indexação, passá-los como dados para software ou usá-los para qualquer outra finalidade legal.
A revista Movimento encoraja a autoria a autoarquivar os manuscritos aceitos, disponibilizando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais, mídias sociais acadêmicas e também em perfis pessoais, desde que seja incluída a referência completa à versão publicada no website do periódico e/ou na página da coleção SciELO.