A BAIXA REPRESENTATIVIDADE DE MULHERES COMO TÉCNICAS ESPORTIVAS NO BRASIL

Autores

  • Heidi Jancer Ferreira Universidade Federal de Viçosa
  • José Geraldo Carmo Salles Departamento de Educação Física Universidade Federal de Viçosa
  • Ludmila Mourão Universidade Federal de Juiz de Fora
  • Andrea Moreno Universidade Federal de Minas Gerais

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.29087

Palavras-chave:

Mulheres, Esportes, Treinamento

Resumo

O estudo buscou identificar e analisar as razões associadas à baixa representatividade feminina no cargo de técnica. As informantes foram treze técnicas de oito modalidades. Os dados foram coletados através de entrevista semiestruturada e consultas com entidades esportivas. Constatou-se que as mulheres representam apenas 7% dos técnicos brasileiros. Como motivos para a pequena atuação feminina no cargo emergiram as barreiras enfrentadas pelas técnicas; a dificuldade de ascensão; a aceitação feminina da exclusão; a falta de mulheres com perfil; e a desistência da carreira.

 

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Biografia do Autor

Heidi Jancer Ferreira, Universidade Federal de Viçosa

Departamento de Educação Física/UFV

José Geraldo Carmo Salles, Departamento de Educação Física Universidade Federal de Viçosa

Prof. Dr. Departamento de Educação Física/UFV

Ludmila Mourão, Universidade Federal de Juiz de Fora

Prof. Dra. Faculdade de Educação Física e Desportos/UFJF

Andrea Moreno, Universidade Federal de Minas Gerais

Prof. Dra. Faculdade de Educação/UFMG

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Publicado

2013-03-20

Como Citar

FERREIRA, H. J.; SALLES, J. G. C.; MOURÃO, L.; MORENO, A. A BAIXA REPRESENTATIVIDADE DE MULHERES COMO TÉCNICAS ESPORTIVAS NO BRASIL. Movimento, [S. l.], v. 19, n. 3, p. 103–124, 2013. DOI: 10.22456/1982-8918.29087. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/29087. Acesso em: 15 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais