ENTRE PERCEPÇÃO, HISTORICIDADE E EXPRESSÃO: A DANÇA COMO LINGUAGEM

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.103309

Palavras-chave:

Dança. Linguagem. Filosofia. Percepção.

Resumo

Este ensaio, à luz das reflexões filosóficas de Merleau-Ponty, almeja compreender a dança como linguagem. É a partir da correlação entre percepção, historicidade e expressão que o filósofo visualiza proximidades entre arte e linguagem. Para compreender a conexão desses três elementos, situamos alguns acontecimentos no processo de desenvolvimento da dança ao logo do tempo, trazendo trabalhos de artistas da dança moderna e contemporânea. Trata-se de condição importante para percebemos que a dança nunca deixa de se transformar. Tal proposição nos faz compreender como as expressões não estão alheias ao tempo e se alimentam de suas próprias mobilidades. É pelos entrecruzamentos perceptivos que a expressão nunca conhece o fim, nunca se completa, havendo sempre mais por dançar. Abrir-se para a linguagem como realização de sentido, experiência de mundo, é fundamental para pensarmos possibilidades da experiência da dança como linguagem.

 

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Biografia do Autor

Danieli Alves Pereira Marques, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)

Doutora em Educação Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professora da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)

Elenor Kunz, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Professor titular aposentado do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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Publicado

2020-12-29

Como Citar

MARQUES, D. A. P.; KUNZ, E. ENTRE PERCEPÇÃO, HISTORICIDADE E EXPRESSÃO: A DANÇA COMO LINGUAGEM. Movimento, [S. l.], v. 26, p. e26096, 2020. DOI: 10.22456/1982-8918.103309. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/103309. Acesso em: 27 set. 2022.

Edição

Seção

Ensaios