O Mestre Ignorante e outras Histórias sobre a Escola

Lílian de Aragão Bastos do Valle

Resumo


Sem dúvida a mais marcante característica da política educacional que vem sendo anunciada pelo novo governo brasileiro é a pretensão de fazer da formação moral o eixo das profundas mudanças pretendidas. Se, no campo das práticas, essa proposta ainda genérica parece de difícil execução, no terreno dos discursos ela reacende uma polêmica que se resolveu, na história da escola pública brasileira, pela aparente vitória do cognitivismo moderno sobre o conservadorismo de matriz religiosa. Pretendendo escapar aos limites desse antagonismo histórico, que teria levado da escola tradicional à escola moderna, o presente artigo propõe a análise de uma outra passagem - aquela que, na obra de Jacques Rancière, leva da crítica a um iluminismo bem-pensante até uma concepção que tem na experiência propriamente estética da realidade social e suas divisões seu principal fundamento.

 

Palavras-chave


Escola Pública; Cognitivismo; Formação Moral; O Mestre Ignorante



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