Teatros do Som:
escuta, imersão, estranhamento
Palavras-chave:
Escuta, Imersão, Presença, Ausência, EstranhamentoResumo
Nos Teatros do Som, o som encena: sonoridade e visualidade solidarizam-se. O artigo se desenvolve nesse domínio, em modo teórico e poético, segundo um eixo que problematiza as concepções de imersão e estranhamento, articuladas com presença e ausência. Impulsam o ensaio prospecções conceituais, considerações sobre a incisão anatômica do som, as relações entre cena e tecnologia, e uma série de gestos de escuta, em diálogo com poéticas teatrais, tais como: Elettra, de Hugo von Hofmannsthal, sonorizada por Hubert Westkemper (2004); Ouverture Alcina, de Nevio Spadoni, com Ermanna Montanari e música de Luigi Ceccarelli (2009); Not I / Eu Não, de Samuel Beckett, com Maria Alice Vergueiro (1986) e Eislermaterial, encenação de Heiner Goebbels (1998).
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