Teatros do Som:

escuta, imersão, estranhamento

Autores

Palavras-chave:

Escuta, Imersão, Presença, Ausência, Estranhamento

Resumo

Nos Teatros do Som, o som encena: sonoridade e visualidade solidarizam-se. O artigo se desenvolve nesse domínio, em modo teórico e poético, segundo um eixo que problematiza as concepções de imersão e estranhamento, articuladas com presença e ausência. Impulsam o ensaio prospecções conceituais, considerações sobre a incisão anatômica do som, as relações entre cena e tecnologia, e uma série de gestos de escuta, em diálogo com poéticas teatrais, tais como: Elettra, de Hugo von Hofmannsthal, sonorizada por Hubert Westkemper (2004); Ouverture Alcina, de Nevio Spadoni, com Ermanna Montanari e música de Luigi Ceccarelli (2009); Not I / Eu Não, de Samuel Beckett, com Maria Alice Vergueiro (1986) e Eislermaterial, encenação de Heiner Goebbels (1998).

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Biografia do Autor

Jose Batista Dal Farra Martins, Universidade de São Paulo – USP

José Batista Dal Farra Martins é encenador, docente e pesquisador livre docente sênior do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), nas áreas de Poéticas do Corpo, Voz e Atuação; Linguagem, Experiência, Escuta e Memória; e Poéticas do Impreciso.

Publicado

2024-12-20

Como Citar

Martins, J. B. D. F. (2024). Teatros do Som: : escuta, imersão, estranhamento. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 14(4). Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/138364

Edição

Seção

Som em Cena

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