Avaliação clínica, mamográfica e frequência de doenças mamárias em pacientes de um serviço privado de saúde
DOI:
https://doi.org/10.22491/2357-9730.28009Keywords:
câncer da mama, carcinoma, mama, mamografia, ultrassonografia mamáriaAbstract
Introdução: O câncer de mama é a neoplasia maligna de maior incidência na população feminina, apresentando crescimento contínuo na última década. A mamografia de rastreamento é considerada o teste mais sensível para a detecção precoce do câncer de mama, mesmo que dependente do seu padrão de qualidade, o que inclui competência profissional e equipamentos adequados.
Objetivos: Avaliar a frequência de doenças mamárias e o rastreio mamográfico utilizado no serviço privado de saúde.
Métodos: Realizou-se um estudo com corte transversal com 3193 de pacientes que foram atendidas em um serviço privado de Saúde da Mulher, no período de janeiro de 1988 a janeiro de 2010, sendo excluídas as pacientes que não permitiram que seus dados fossem estudados, as que já haviam tratado previamente de um câncer de mama e as pacientes com prontuários incompletos.
Resultados: Foram revisados 3076 prontuários, com identificação de 117 pacientes com alterações mamográficas e ou alterações clínicas mamárias. A média de idade das pacientes avaliadas foi de 45,01 + 13,32 anos. A história familiar de câncer de mama foi identificada por 15,40% das pacientes (n=18) e 27 pacientes (23,1%) relataram tratamento mamário prévio. Verificou-se que a idade foi o fator mais importante no determinismo do câncer de mama (p<0,001; X2=64,68) e que quanto maior o número de mamografias realizadas ao longo da vida, menor a freqüência de diagnóstico de câncer invasor da mama (p<0,05).
Conclusões: Concluem os autores que as políticas de saúde devem levar em consideração o rastreio mamográfico como um elemento importante para o diagnóstico precoce do câncer de mama.
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