MEB sob suspeita: a apreensão da cartilha Viver é Lutar e o golpe de 1964

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/2175-6236133207vs01

Palavras-chave:

MEB, Cartilha Viver é Lutar, Golpe civil-militar de 1964

Resumo

O artigo aborda a apreensão, ocorrida em fevereiro de 1964, da cartilha Viver é Lutar, produzida pelo Movimento de Educação de Base (MEB). Analisa o evento em duas dimensões: em relação ao contexto político nacional, com base na cobertura jornalística e nos textos respondendo ao processo instaurado pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e em seu impacto no cotidiano das escolas radiofônicas, com base em um conjunto de cartas escritas pelas monitoras de Pernambuco. Como resultados, ampliam-se os conhecimentos sobre as tensões e contradições políticas envolvendo o Movimento no contexto pré-golpe civil-militar de 1964, bem como sobre os impactos em sua atuação com a instauração da ditadura.

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Biografia do Autor

Isabel Aparecida Bilhão, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) São Leopoldo/RS – Brasil

Isabel Aparecida Bilhão é Doutora em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professora e pesquisadora nos PPG em Educação e em História da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Kelly Ludkiewicz Alves, Universidade Federal da Bahia (UFBA) Salvador/BA – Brasil

Kelly Ludkiewicz Alves é Doutora em Educação pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Educação: História, Política, Sociedade (EHPS-PUC/SP). Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (FACED/UFBA) e do Programa de Pós-Graduação em Educação (PGEDU-FACED/UFBA).

Publicado

2025-01-22

Como Citar

Bilhão, I. A., & Alves, K. L. (2025). MEB sob suspeita: a apreensão da cartilha Viver é Lutar e o golpe de 1964. Educação & Realidade, 49. https://doi.org/10.1590/2175-6236133207vs01

Edição

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