Modos Autogestionários e Pistas Investigativas na Formação de Professores

Autores

Palavras-chave:

Pesquisa Intervenção; Produção de Subjetividade; Autogestão; Análise Institucional

Resumo

O artigo discute a importância de modos autogestionários tecidos na relação entre as práticas de pesquisa consideradas problematizadoras e o campo da formação inventiva, junto aos professores da Educação Básica. Há conceitos-operadores, ético-estético-políticos, que sustentam o trabalho teórico e empírico, para pensar sobre o que se produz nas práticas de formação. Tais conceitos-operadores polemizam o domínio da noção de sujeito, produzido pela cena dicotômica cartesiana, gerando pistas investigativas criadas por gestos, práticas e saberes, com a experiência de formar professores perspectivada pela invenção. Busca, assim, potencializar resistências e modos contra hegemônicos que singularizam caminhos de formar professores.

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Biografia do Autor

Rosimeri Oliveira Dias, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Rosimeri Oliveira Dias é professora associada do Departamento de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação, Processos Formativos e Desigualdades Sociais, na Faculdade de Formação de Professores de São Gonçalo, Procientista da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Eduardo Antonio De Pontes Costa, Universidade Federal da Paraíba

Eduardo Antonio de Pontes é professor associado do Departamento de Metodologia da Educação, do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

 

Publicado

2022-11-29

Como Citar

Dias, R. O., & Costa, E. A. D. P. (2022). Modos Autogestionários e Pistas Investigativas na Formação de Professores. Educação & Realidade, 47. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/117549

Edição

Seção

Artigos

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