MEB sob suspeita: a apreensão da cartilha Viver é Lutar e o golpe de 1964
DOI:
https://doi.org/10.1590/2175-6236133207vs01Palavras-chave:
MEB, Cartilha Viver é Lutar, Golpe civil-militar de 1964Resumo
O artigo aborda a apreensão, ocorrida em fevereiro de 1964, da cartilha Viver é Lutar, produzida pelo Movimento de Educação de Base (MEB). Analisa o evento em duas dimensões: em relação ao contexto político nacional, com base na cobertura jornalística e nos textos respondendo ao processo instaurado pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e em seu impacto no cotidiano das escolas radiofônicas, com base em um conjunto de cartas escritas pelas monitoras de Pernambuco. Como resultados, ampliam-se os conhecimentos sobre as tensões e contradições políticas envolvendo o Movimento no contexto pré-golpe civil-militar de 1964, bem como sobre os impactos em sua atuação com a instauração da ditadura.
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