‘É Preciso não Morrer para não Matar’: a Máquina de Guerra
DOI:
https://doi.org/10.1590/2175-6236131988vs01Palavras-chave:
Trabalho, Educação, Neoliberalismo, Resistência, SaúdeResumo
Este artigo discute a produção de saúde e de modos de trabalhar no presente, especificamente no campo da educação pública em tempos de acirramento das políticas neoliberais. A máquina capitalista produz processos de adoecimento por entre os processos de trabalho, contudo afirmamos que algo sempre escapa e transborda, enquanto produção de normas, configurando resistências que operam aquilo que chamamos de máquina de guerra. Ao longo da pesquisa, realizada com professores da rede pública municipal, propomos entender que tal máquina se constitui dessas resistências, a partir das quais os sujeitos criam estratégias de enfrentamento para as controvérsias do trabalho, inventando novas normas de vida e ampliando a potência de saúde no e pelo ofício.
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