Edições anteriores

  • Traduções de amor e morte
    n. 42 (2018)

    Este número 42 da revista Cadernos de Tradução está dedicado às duas maiores e mais democráticas das angústias humanas: o amor e a morte. Pelos desejos e medos que os envolvem, pelas pulsões e fantasias, o trabalho de parto, luto e recordação, amor e morte são também metáforas do fazer tradutório e, por esta razão, Traduções de amor e morte foi o título escolhido para esta edição que compila dezesseis narrativas, das quais quatorze são contos (três deles da mesma obra), uma lenda histórica e um excerto de romance memorialístico, além de sete poesias e dois textos dramáticos, todos unidos pela temática e pelo luto/luta de traduzir literatura.

  • Dazai Osamu em tradução
    n. 41 (2017)

    Dazai Osamu em tradução
  • Capa da edição 39

    Mário de Andrade’s Tales of Belazarte in English
    n. 39 (2016)

    Mário de Andrade’s Tales of Belazarte in English.

    Tradução para o inglês de Contos de Belazarte, de Mario de Andrade.

  • Arato, "Fenômenos"
    n. 38 (2016)

    Eis o terceiro número dos Cadernos dedicado à tradução de textos gregos antigos. Após o número 27, no qual havíamos vertido os fragmentos do Contra os Galileus do Imperador Juliano (330-363 d.C.), e o número 32, nosso embate com as Nuvens de Aristófanes (c. 446-386 a.C.), são aos Fenômenos de Arato (c. 315-240 a.C.) que agora damos voz vernácula. Assim como no caso do fragmentário tratado reconstituído de Juliano, temos a vaidosa audácia de poder dizer que apresentamos a primeira tradução para o português do poema de Arato.

  • Almanaque de Histórias para o Ano de 1826 Para meninos e meninas das camadas ilustradas - Wilhelm Hauff
    n. 37 (2015)

    Wilhelm Hauff
    Märchen als Almanach auf das Jahr 1826 - Für Söhne und Töchter gebildeter Stände
    Almanaque de Histórias para o Ano de 1826 - Para meninos e meninas das camadas ilustradas

    Organizadora
    Erica Foerthmann Schultz

    Cadernos de Tradução
    ISSN 1807-9873
    No 37, jul/dez de 2015
    Instituto de Letras - UFRGS

    O escritor alemão Wilhelm Hauff (1802-1827) lançou em 1825 a primeira das três coletâneas de contos e lendas para crianças e jovens sob o título Märchen als Almanach – Almanaque de Histórias . Estrutura e temática do volume de 1826 tem nítida inspiração nas Mil e Uma Noites. É iniciado por dois contos  emoldurantes. O primeiro, O Almanaque de Fábula, situa o leitor no universo de histórias que será  apresentado nos volumes de 1826, 1827 e 1828.
  • Ensaístas Ingleses do Século XVIII
    n. 36 (2015)

    Organizadores:
    Sandra Sirangelo Maggio
    Leonardo Poglia Vidal

    Cadernos de Tradução
    ISSN 1807-9873
    No 37, jul/dez de 2015
    Instituto de Letras - UFRGS

    William Caxton (1422-1491) publicou a primeira obra impressa da Inglaterra no século XV, na Abadia de Westminster. Isso provocou o paulatino barateamento
    do custo dos livros, que até então eram artigos caríssimos. No século seguinte, ao criar a Igreja da Inglaterra, o rei Henrique VIII (1491-1547) decretou que cada igreja do reino deveria ter uma Bíblia aberta, traduzida para o inglês, à disposição dos fiéis interessados. Isso fez com que multidões procurassem se alfabetizar para poder ler com os próprios olhos o que lá estava escrito.
    O número de leitores cresceu tanto que, durante o século XVIII, quase meio milhão de almanaques foram vendidos por ano na Inglaterra. Em 1728 foi lançada a Chambers’ Cyclopaedia, or Universal Dictionary of Arts and Sciences – a primeira enciclopédia nos moldes em que são conhecidas atualmente. No início daquele século havia trinta e seis jornais circulando no país, dos quais os mais importantes eram Th e Tatler, lançado por Richard Steele em 1709, e Th e Spectator, lançado por Joseph Addison em 1711. Daniel Defoe (1660 – 1731) foi o primeiro escritor a se apresentar como um jornalista profi ssional.

  • Literatura japonesa em tradução
    n. 15 (2001)

    Literatura japonesa em tradução
  • Os Fragmentos do Universo de Yasunari Kawabata
    n. 7 (1999)

    Traduções de textos do escritor japonês Yasunari Kawabata.