Comparação de métodos para dimensionamento de reservatórios de água pluvial

Autores

  • Ricardo Forgiarini Rupp Universidade Federal de Santa Catarina
  • Ulisses Munarim Universidade Federal de Santa Catarina
  • Enedir Ghisi Universidade Federal de Santa Catarina

Palavras-chave:

Aproveitamento de água pluvial, Dimensionamento de reservatório de água pluvial, Métodos de dimensionamento

Resumo

O objetivo deste artigo é comparar com o programa computacional objetivo deste artigo é comparar com o programa computacional Netuno os diversos métodos para o dimensionamento do reservatório de água pluvial sugeridos na norma brasileira NBR 15527. Foram calculados os volumes de reservatório para residências em três cidades no Brasil, Santos, Palhoça e Santana do Ipanema, escolhidas por apresentarem características distintas de precipitação. Na aplicação dos métodos, variou-se a área de captação, a demanda de água potável e a demanda de água pluvial, o que resultou em diversos casos analisados. Os mesmos casos foram simulados no Netuno, que fornece os potenciais de economia de água potável para cada volume de reservatório. Os volumes de reservatório obtidos por meio dos outros métodos também foram simulados no Netuno para se obterem os respectivos potenciais de economia de água potável. Dessa forma, foi possível comparar a capacidade dos reservatórios, o potencial de economia de água potável obtido com cada método e a aplicabilidade de cada um dos métodos para diferentes condições de precipitação. Observou-se que alguns métodos não são adequados para algumas condições de precipitação, pois resultam sempre no mesmo volume de reservatório, independentemente da demanda de água pluvial ou do regime de precipitação, podendo levar à instalação de reservatórios subdimensionado ou superdimensionados. Com o Netuno, foi possível dimensionar o reservatório para todas as situações simuladas. Trata-se do único método cujo dimensionamento ajustou-se de modo mais racional quando comparado aos demais métodos da NBR 15527, em função da demanda de água pluvial de todos os casos e dos regimes de precipitação.

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Biografia do Autor

Ricardo Forgiarini Rupp, Universidade Federal de Santa Catarina

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações, Departamento de Engenharia Civil, Florianópolis-SC, 88040-900

Ulisses Munarim, Universidade Federal de Santa Catarina

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações, Departamento de Engenharia Civil, Florianópolis-SC, 88040-900

Enedir Ghisi, Universidade Federal de Santa Catarina

Laboratório de Eficiência Energética em Edificações, Departamento de Engenharia Civil, Florianópolis-SC, 88040-900

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Publicado

2011-09-06

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