AS IDENTIDADES DA ATLETA BRASILEIRA: OS "PONTOS DE APEGO TEMPORÁRIOS" DA MULHER NA VIDA ESPORTIVA

Autores

  • Marcio Antonio Tralci Filho Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
  • Katia Rubio Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.21106

Palavras-chave:

Estudos Culturais. Crise de Identidade. Olimpismo. Gênero.

Resumo

O objetivo desse trabalho é analisar a formação da identidade de atletas mulheres olímpicas brasileiras e a construção desse papel social tanto no cenário olímpico como no contexto social brasileiro. Os resultados obtidos, quando confrontados com a literatura da área e o referencial teórico adotado, permitem inferir que, mesmo após a crescente inclusão de mulher brasileiras em diversas modalidades esportivas – ressaltando que essa inclusão não se deu sob a forma de enfrentamento, tal qual em outros países – isso não representou um repensar dos papeis sociais do feminino e do masculino, cabendo às atletas sustentar uma separação entre a vida de atleta e a vida enquanto mulher.

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Biografia do Autor

Marcio Antonio Tralci Filho, Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo

Mestrando na Escola de Educação Física e Esportes da Universidade de São Paulo (USP).

Katia Rubio, Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo

Professora Associada da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (USP).

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Publicado

2012-05-22

Como Citar

TRALCI FILHO, M. A.; RUBIO, K. AS IDENTIDADES DA ATLETA BRASILEIRA: OS "PONTOS DE APEGO TEMPORÁRIOS" DA MULHER NA VIDA ESPORTIVA. Movimento, [S. l.], v. 18, n. 2, p. 255–275, 2012. DOI: 10.22456/1982-8918.21106. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/21106. Acesso em: 29 jun. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais

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