Os estudos sobre a inserção internacional da China na Pós-Graduação Brasileira (2000-2022)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22456/2178-8839.151891

Palavras-chave:

Relações Brasil-China. Bibliometria. Relações Sul-Sul. Revisão de Literatura.

Resumo

O presente trabalho busca traçar o panorama da produção acadêmica na pós-graduação brasileira sobre a inserção internacional Chinesa, indicando seus principais padrões e temas abordados. Através da bibliometria, são analisadas as teses e dissertações de diferentes áreas do conhecimento das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, apontando polos de publicações, volume de trabalhos e o tipo de pesquisa mais frequente. Como resultados, observou-se um crescimento das pesquisas sobre a China na academia brasileira, com uma predominância das regiões Sul e Sudeste no número de trabalhos e um maior interesse na ascensão chinesa pelo desenvolvimento econômico. No eixo político, há a predominância de temas sobre as ações chinesas em instituições internacionais e nas relações Sul-Sul. No eixo securitário, o destaque fica com os teatros de operação na Península Coreana. O eixo econômico priorizou compreender o peso do mercado chinês no mundo e na política econômica brasileira. As análises permitem concluir que o crescimento da produção sobre a China acompanha a emergência deste país como potência global. Já as interpretações sobre o papel do Brasil nas relações com a China oscilam entre a ideia de parceria estratégica e a identificação da crescente assimetria de capacidades.

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Biografia do Autor

Giuseppe Pitana Morrone, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Analista de Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Relações Internacionais, Bilaterais e Multilaterais. Mestrando em Ciência Política pela UFRGS. 

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Publicado

2026-07-10

Como Citar

Silva, A. L. R. da, & Morrone, G. P. (2026). Os estudos sobre a inserção internacional da China na Pós-Graduação Brasileira (2000-2022). Conjuntura Austral, 17(77), 49–63. https://doi.org/10.22456/2178-8839.151891

Edição

Seção

ARTIGOS
Recebido 2025-11-20
Aceito 2026-06-06
Publicado 2026-07-10

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