Monopólio estético e diversidade configuracional no futebol brasileiro

Autores

  • Arlei Sander Damo

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.2807

Palavras-chave:

Cultura. Esporte. Futebol. Diversidade.

Resumo

Este artigo tem por objetivo criticar o monopólio temático exercido pelo futebol profissional. Para tornar este argumento mais claro serão apresentados quatro modelos configuracionais em torno dos quais a diversidade futebolística é melhor visualizada e compreendida: o futebol profissional (de espetáculo ou de alto rendimento), o futebol de bricolagem (futebol de improviso, informal, pelada, racha, etc.), o futebol comunitário (futebol de várzea, amador, de bairro, de fábrica, etc.) e o futebol escolar (institucional, disciplinar, etc.). A parte final do texto está direcionada para o futebol comunitário, com a finalidade de dar visibilidade acadêmica a um dos segmentos que a narrativa hegemônica encobriu, mas que revela-se de grande interesse às ciências sociais e, quero crer, à Educação Física.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2003-09-26

Como Citar

DAMO, A. S. Monopólio estético e diversidade configuracional no futebol brasileiro. Movimento, [S. l.], v. 9, n. 2, p. 129–156, 2003. DOI: 10.22456/1982-8918.2807. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/2807. Acesso em: 3 dez. 2022.

Edição

Seção

Ensaios