Entre a heterogênese e o mercado: “Barbies Olímpicas”, Pitboys e Cyborgs

Sandra Maria Lúcia Pereira Gonçalves

Resumo


O presente artigo reflete sobre questões pertinentes ao indivíduo contemporâneo que tem nas performances corporais uma das formas de produzir identidade. Parte-se da definição do corpo como o do mutante; mutações proporcionadas pela tecnociência. Diferentemente dos modernos, corpo e sujeito hoje estão sujeitos a inúmeras identificações ao longo da vida, proporcionadas majoritariamente pelos media. O Brasil sofre uma “mestiçagem”: o corpo, através de uma aliança com a tecnociência, no fluxo das modas disseminadas via media, se mistura aos aparatos tecnológicos, às próteses. A mulher anunciada pelos media não cabe na morenidade, ela é a Barbie. Surge como contrapartida a esse modelo de mulher, um modelo de homem, o Pitboy. Ambos, na busca do corpo perfeito tornam-se híbridos entre organismo e máquina, cyborgs. Diferentes autores comparecem na construção do quadro a ser exposto.

Palavras-chave


Corpo. Media. Tecnologia. Cyborg.

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Intexto | E-ISSN 1807-8583 | Facebook | Google Scholar 

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