Comunicação, linearidade e não linearidade: costurando conceitos e práticas

Autores

  • Márcio Souza Gonçalves Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Rafael de Oliveira Barbosa Universidade do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201534.694-712

Palavras-chave:

Comunicação. Pensamento linear. Meio de Comunicação.

Resumo

O texto discute a pertinência e o uso do conceito de linearidade para a análise dos meios de comunicação, notadamente dos meios que comportam textos, bem como sua validade como ferramenta para dar conta dos efeitos culturais e subjetivos dessas tecnologias. São mobilizados diferentes autores relativamente canônicos no campo da comunicação e é feita uma abordagem do caso dos audiolivros e dos audioleitores em sua relação com a ideia de linearidade. Problematiza-se, por fim, a eficácia e utilidade dessa ideia e de sua correlata, não linearidade, para dar conta do modo como a escrita e os textos produzem efeitos na cultura. As conclusões indicam diversos problemas envolvidos no uso do conceito de linearidade e de seus correlatos, o que implica, em última instância, na necessidade de seu abandono dada a incapacidade que apresentam de recortar eficazmente os domínios e objetos a que se aplicam.

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Biografia do Autor

Márcio Souza Gonçalves, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Professor do PPGCom/UERJ, Doutor em Comunicação pela UFRJ, Pós-Doutor em Comunicação pela UFMG, Bolsista Prociência FAPERJ/UERJ

Rafael de Oliveira Barbosa, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Mestre e Doutorando em Comunicação pela UERJ, Bolsista FAPERJ

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Publicado

2015-12-17

Como Citar

Gonçalves, M. S., e R. de O. Barbosa. “Comunicação, Linearidade E não Linearidade: Costurando Conceitos E práticas”. Intexto, nº 34, dezembro de 2015, p. 694-12, doi:10.19132/1807-8583201534.694-712.