Os muros das univer-cidades e a de(s)colonização das retinas: comunidade criativa como prática educativa e coletiva de re-existência afropindorâmica
DOI:
https://doi.org/10.22456/2357-9854.145254Palavras-chave:
Decolonialidade, Interculturalidade, Comunidade Criativa, Re-existência, RacismoResumo
Apresentamos, neste ensaio, reflexões sobre resultados práticos-teóricos de uma experiência de ensino, pesquisa e extensão em artes. Articulando referenciais teóricos e metodológicos no bojo de pedagogias insurgentes e de dispositivos de racialidades negras e indígenas, o nosso principal resultado é a criação de um Mural de Arte que, por meio de uma comunidade criativa, tensiona relações da colonialidade do ser, saber e poder para re(interpretar) a história do Brasil, os muros e os espaços públicos de univer-cidades. O Mural é um inter(texto) do pensar-sentir e do fazer-pintar, comprometido com a luta de corpos-territórios afropindorâmicos que re(existem) ao longo de séculos.
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