Um ensaio sobre o que nos ensinam as visualidades camponesas
DOI:
https://doi.org/10.22456/2357-9854.137997Palavras-chave:
Visualidades, Espacialidades, Ensino, Assentamento rural, Reforma agráriaResumo
Este escrito objetiva colaborar com os estudos sobre visualidades, espacialidades e ensino em territórios camponeses e inspira a questão: como visualidades no assentamento Zumbi dos Palmares contribuem para processos educativos na/da espacialidade do campo? Assim, é proposto o diálogo entre Cultura Visual, Espacialidades, Cultura e Educação Popular, somados a um exercício de leituras imagéticas coletadas em campo. A metodologia participativa possibilitou a coleta de dados, orientou a discussão realizada e a escolha dos procedimentos analíticos. Os resultados apontam que os processos de criação de visualidades no assentamento evidenciam contornos estético-educativos. Enquanto forma de visualizar a vida camponesa, tais visualidades confrontam lógicas de dominação em favor de uma existência mais digna e feliz.
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