Fluxos cosmológicos na cidade: a (des)invisibilização indígena

Autores

  • GUARDIOLA, C. L. T.
  • DEROMA, R.

Palavras-chave:

Guarani, Retomada, Ponta do Arado, Presença Indígena

Resumo

No extremo sul da cidade de Porto Alegre, no bairro Belém Novo, um movimento cosmológico em busca de territorialidade acontece em terras de propriedade privada. Indígenas da etnia Mbya Guarani retomam território na Ponta do Arado até então destinado a construção de um empreendimento imobiliário. O movimento de Retomada de territorialidade perpassa a cidade e seus habitantes em relações de conflitos e afetos, no qual interesses econômicos e de bem viver vão construindo histórias.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

GUARDIOLA, C. L. T.

Graduanda em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pesquisadora associada ao Núcleo de Antropologia das Sociedades Indígenas e Tradicionais (NIT/PPGAS/UFRGS)

DEROMA, R.

Graduanda em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), integra o Núcleo de Pesquisa em Antropologia do Corpo e da Saúde (NUPACS/PPGAS/UFRGS)

Referências

LADEIRA, Maria Inês. O caminhar sob a luz: o território Mbya à beira do oceano. São Paulo: UNESP, 1992.

PISSOLATO, Elizabeth de Paula. A duração da pessoa: mobilidade, parentesco e xamanismo mbya (guarani). São Paulo: UNESP/ISA, Rio de Janeiro: NUTI, 2007.

Publicado

2022-10-20

Como Citar

Lúcia Thomas Guardiola, C. ., & Deroma, R. . (2022). Fluxos cosmológicos na cidade: a (des)invisibilização indígena. Fotocronografias, 3(06), 140–155. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/fotocronografias/article/view/128002

Artigos Semelhantes

1 2 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.