Fluxos cosmológicos na cidade: a (des)invisibilização indígena

Auteurs

  • Carmem Lúcia Thomas Guardiola
  • Roberta Deroma

Mots-clés :

Guarani, Retomada, Ponta do Arado, Presença Indígena

Résumé

No extremo sul da cidade de Porto Alegre, no bairro Belém Novo, um movimento cosmológico em busca de territorialidade acontece em terras de propriedade privada. Indígenas da etnia Mbya Guarani retomam território na Ponta do Arado até então destinado a construção de um empreendimento imobiliário. O movimento de Retomada de territorialidade perpassa a cidade e seus habitantes em relações de conflitos e afetos, no qual interesses econômicos e de bem viver vão construindo histórias.

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Bibliographies de l'auteur

Carmem Lúcia Thomas Guardiola

Graduanda em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), pesquisadora associada ao Núcleo de Antropologia das Sociedades Indígenas e Tradicionais (NIT/PPGAS/UFRGS)

Roberta Deroma

Graduanda em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), integra o Núcleo de Pesquisa em Antropologia do Corpo e da Saúde (NUPACS/PPGAS/UFRGS)

Références

LADEIRA, Maria Inês. O caminhar sob a luz: o território Mbya à beira do oceano. São Paulo: UNESP, 1992.

PISSOLATO, Elizabeth de Paula. A duração da pessoa: mobilidade, parentesco e xamanismo mbya (guarani). São Paulo: UNESP/ISA, Rio de Janeiro: NUTI, 2007.

Publiée

2022-10-20

Comment citer

Lúcia Thomas Guardiola, C. ., & Deroma, R. . (2022). Fluxos cosmológicos na cidade: a (des)invisibilização indígena. Fotocronografias, 3(06), 140–155. Consulté à l’adresse https://seer.ufrgs.br/index.php/fotocronografias/article/view/128002

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