Eleições 2018: uma memória política das emoções

Autores

Palavras-chave:

eleições, memória, intervenções urbanas

Resumo

O medo habita os domínios sensíveis e abstratos da realidade social. Como um vulto, evidencia sutilmente suas feições em distintos contextos, ora por construções narrativas compartilhadas, ora por percepções subjetivas sobre o espaço e o tempo. Em 2018 o medo teve um papel central no contexto das eleições presidenciais brasileiras como método político de gestão das populações. Buscamos, neste ensaio, mostrar algumas das feições do medo que deixaram rastros pelas ruas e muros da cidade de Porto Alegre com imagens das intervenções urbanas no espaço público após as eleições.

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Biografia do Autor

BARBOSA, M. B., UFRGS

Mestranda no Programa de Pós Graduação em Antropologia Social na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

RIGON, N. K., UFRGS

Graduanda em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Referências

ABU-LUGHOD, L.; LUTZ, C. Introduction: emotion, discourse and the politics of everyday life. In : ABU-LUGHOD, L. ; LUTZ, C. Language and the Politics of Emotion. Cambridge. Cambridge University Press, 1990.

BOUCHERON, P. ; ROBIN, C. El miedo. Historia y Usos politicos de una Emoción. Buenos Aires: Capital Intelectual, 2016.

Publicado

2022-10-20

Como Citar

Bordin, M. ., & Kunze Rigon, N. (2022). Eleições 2018: uma memória política das emoções. Fotocronografias, 3(06), 28–41. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/fotocronografias/article/view/127974

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