Ora Chrónos, ora Aion: memórias de infâncias de um brincar-bricouler
DOI:
https://doi.org/10.1590/2175-6236136326vs01Palavras-chave:
Educação, Infância, Culturas Infantis, Memórias, BrincarResumo
Este artigo tem como objetivo oferecer uma discussão sobre os diferentes tempos do brincar de um passado que se perfaz no presente: o brincar na escola, vigilante e controlador onde imperava o jogo das estratégias versus táticas, e o brincar livre, numa relação de cumplicidade criança-natureza. ‘Brincares’ antagônicos direcionados ora por Chrónos ora por Aion, tempos díspares, entretanto, que se completavam. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de cunho histórico que como recursos utilizou-se de testemunhos históricos de migrantes de Sinop-MT e fotografias. A intenção é fomentar a discussão da produção cultural da infância, no âmbito das reflexões teóricas de Michel de Certeau aliadas à poesia de Manoel de Barros.
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