Paisagem sonora como elemento da experiência museológica

estudo de caso no Museu do Ipiranga

Autores

Palavras-chave:

Acústica, Museus, Interpretação da arte, Paisagem sonora

Resumo

Museus unem educação, entretenimento e exposição na experiência do visitante. A paisagem sonora em ambientes museológicos afeta a interpretação da arte e a fruição espacial. A caracterização acústica desses espaços justifica-se, portanto, por orientar projetos segundo preceitos de conforto acústico. Este estudo objetiva avaliar quantitativa e qualitativamente a experiência do visitante perante a paisagem sonora museológica. O estudo de caso ocorreu no Salão Nobre do Museu do Ipiranga, na cidade de São Paulo, em dia aberto à visitação, com medições acústicas e aplicação de questionários, segundo a norma ISO 12913 e um método simplificado da norma brasileira NBR 10152. Os resultados fornecem nível de pressão sonora contínuo equivalente com ponderação A médio de 61,3 dB, acima das recomendações normativas brasileiras para museus. Com relação à identificação das fontes sonoras percebidas, a maioria do público respondente identificou sons de atividades humanas, ao passo que sons naturais foram minimamente percebidos. Apesar do valor acima do recomendado, a paisagem sonora do ambiente foi avaliada como agradável. Este trabalho contribui para futuras investigações e reforça a relevância da paisagem sonora em projetos de museus.

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Publicado

09.08.2026

Como Citar

MICHALSKI, Ranny; BARBO, Marselle; MIYAZAKI, Juliana. Paisagem sonora como elemento da experiência museológica: estudo de caso no Museu do Ipiranga. Ambiente Construído, [S. l.], v. 26, 2026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/ambienteconstruido/article/view/151604. Acesso em: 10 ago. 2026.

Edição

Seção

Edição especial ENCAC 2025

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