Impacto do tipo e da espessura das argamassas de revestimento produzidas com resíduos no desempenho térmico de edificações
Palavras-chave:
Desempenho térmico, argamassa de revestimento, cimento Portland, geopolímero, resíduoResumo
O presente estudo investiga como diferentes tipos de argamassas de revestimento à base de resíduos, com espessuras variadas, afetam o desempenho térmico de edifícios. Simulações energéticas foram realizadas para 3 climas diferentes do Brasil. Para avaliar o desempenho térmico, foram utilizados os métodos de Carga Térmica (CT) e Graus-hora (GH). O desempenho térmico melhorou com o aumento da espessura da argamassa em climas frios e amenos. Em regiões quentes, o método CT resultou nesse efeito, enquanto o método GH indicou a tendência oposta. Os melhores resultados foram alcançados pela argamassa CM-Polystyrene-Foam (30mm) em climas frios, pela argamassa CM-Steelmakin-Slag (30mm) em climas amenos, e pela argamassa CM-Polystyrene-Foam (30mm) (método CT) e a argamassa de CM-Metakaolin+GlassWaste (30mm) (método GH) em climas quentes. Os resultados mostraram que a escolha correta de argamassas à base de resíduos e o ajuste adequado da espessura da argamassa podem promover um melhor desempenho térmico em edifícios, reduzindo impactos ambientais, economizando energia e melhorando o conforto do usuário.
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