Conforto e desempenho térmico nas edificações do novo centro de pesquisas da Petrobras no Rio de Janeiro

Autores

  • Mônica Pereira Marcondes Universidade de Sao Paulo
  • Cecília Mattos Mueller Universidade de Sao Paulo
  • Rafael Silva Brandão Universidade de Sao Paulo
  • Alessandra Rodrigues Prata Universidade de São Paulo
  • Gustavo Brunelli BDSP Partnership
  • Gisele De Benedetto Ipiranga S.A.
  • Joana Soares Goncalves Universidade de Sao Paulo
  • Denise Helena Silva Duarte Universidade de Sao Paulo
  • Anésia Barros Frota Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

Conforto térmico. Ventilação natural. Eficiência energética. Clima tropical. Simulação computacional.

Resumo

Este artigo apresenta um estudo do desempenho térmico dos edifícios do novo centro de pesquisas da Petrobras, CENPES II, no Rio de Janeiro, incluindo edifícios naturalmente ventilados e edifícios condicionados artificialmente. O projeto foi objeto de um concurso nacional em 2004, com um programa de 100.000m2 e dez edifícios. O edital propôs quatro edifícios naturalmente ventilados e outros seis artificialmente climatizados, pelas exigências do uso e especificidades da função. Nos edifícios com ventilação natural foi aplicado um modelo adaptativo de conforto térmico e as avaliações de desempenho foram realizadas com o suporte de ferramentas avançadas de simulação computacional. Na maioria dos ambientes com ventilação natural encontrou-se condições similares ao clima externo à sombra, comprovando a adequação da arquitetura ao clima. Nos ambientes de trabalho em que a climatização artificial foi colocada como premissa foi identificado, inicialmente, um potencial de 30% de ventilação natural durante as horas de ocupação, justificando a verificação das possibilidades do modo-misto de climatização.

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Biografia do Autor

Mônica Pereira Marcondes, Universidade de Sao Paulo

arquiteta e urbanista (FAUUSP). Mestre (MA) em  Environment, Energy and Sustainable Design, pelo programa de pós-graduação da Architectural Association Graduate School, em Londres. Aluna de doutorado do programa de pós-graduação da FAUUSP, na Área de concentração Tecnologia da Arquitetura. Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABAUT), Departamento de Tecnologia da Arquitetura (AUT), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP), São Paulo.

Cecília Mattos Mueller, Universidade de Sao Paulo

arquiteta e urbanista (FAU-UFRGS). Mestre (MSc) em Tecnologia da Arquitetura, pelo programa de pós-graduação da FAUUSP. Consultora na área de Conforto Ambiental e Eficiência Energética. Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABAUT), Departamento de Tecnologia da Arquitetura (AUT), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP), São Paulo.

Rafael Silva Brandão, Universidade de Sao Paulo

arquiteto e urbanista (FAUUMG). Aluno de doutorado do programa de pós-graduação da FAUUSP, na Área de concentração Tecnologia da Arquitetura. Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABAUT), Departamento de Tecnologia da Arquitetura (AUT), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo.

Alessandra Rodrigues Prata, Universidade de São Paulo

arquiteta e urbanista (PUC-Campinas). Doutora em Tecnologia da Arquitetura, pelo programa de pós-graduação da FAUUSP. Pesquisadora de Pós-doc (FAUUSP), com apoio da FAPESP.  Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABAUT), Departamento de Tecnologia da Arquitetura (AUT), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP), São Paulo.

Gustavo Brunelli, BDSP Partnership

arquiteto e urbanista (FAUUSP). Mestre (MA) em  Environment, Energy and Sustainable Design, pelo programa de pos-graduacao da Architectural Association Graduate School, em Londres. Arquiteto consultor do escritório de projetos de engenharia mecânica, elétrica e conforto ambiental, BDSP Partnership, em Londres.

Gisele De Benedetto, Ipiranga S.A.

arquiteta e urbanista (FAUUSP). Mestre (MSc) em Tecnologia da Arquitetura, pelo programa de pós-graduação da FAUUSP. Arquiteta da empresa Ipiranga S.A., Rio de Janeiro.

Joana Soares Goncalves, Universidade de Sao Paulo

Denise Helena Silva Duarte, Universidade de Sao Paulo

engenheira civil (UFMT), doutora em Estruturas Ambientais Urbanas (FAUUSP), professora do Departamento de Tecnologia da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP). Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABAUT), Departamento de Tecnologia da Arquitetura (AUT), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP), São Paulo.

Anésia Barros Frota, Universidade de São Paulo

arquiteta e urbanista (FAUUSP), doutora em Estruturas Ambientais Urbanas (FAUUSP), professora do Departamento de Tecnologia da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP). Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética (LABAUT), Departamento de Tecnologia da Arquitetura (AUT), Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo (FAUUSP), São Paulo.

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Publicado

2010-01-26

Edição

Seção

Artigos