Eflorescência salina na igreja de Santo Alexandre, Belém - PA

Autores

  • Alexandre Máximo Silva Loureiro Universidade Federal do Pará
  • Rômulo Simões Angélica Universidade Federal do Pará
  • Thais Alessandra Bastos Caminha Sanjad Universidade Federal do Pará
  • Mário Mendonça de Oliveira Universidade Federal da Bahia
  • Marcondes Lima da Costa Universidade Federal do Pará

Palavras-chave:

alvenaria mista, eflorescência salina, mapa de danos

Resumo

Os monumentos históricos de Belém, PA, têm alvenarias estruturais constituídas de pedras e tijolos maciços assentados com argamassa de cal e podem apresentar diversas patologias, entre as quais se destacam a eflorescência salina e a ação da umidade. Alguns autores explicam que esses dois agentes ocasionam destacamento de camadas, pulverização de argamassa, surgimento de fissuras e aparência esbranquiçada. A pesquisa teve como principal objetivo identificar o processo de degradação atuante na alvenaria do transepto direito da Igreja de Santo Alexandre por meio da aplicação de técnicas instrumentais analíticas. Foram realizadas análises laboratoriais com o intuito de entender as condicionantes favoráveis ao processo de eflorescência salina, os danos provocados aos materiais e os tipos de sais mais atuantes. Primeiramente foi realizado o mapeamento da alvenaria e o mapeamento de danos, verificando a situação atual e as áreas mais degradadas. Posteriormente, foi realizada a caracterização física por meio de análise granulométrica, análise de traço e análise do teor de umidade da alvenaria, a caracterização química – teste qualitativo e quantitativo de sais – e a caracterização mineralógica por difração de raios X. Verificou-se que as técnicas aplicadas se mostraram eficientes e auxiliaram no diagnóstico correto, norteando quais intervenções devem ser utilizadas para amenizar a problemática.

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Biografia do Autor

Alexandre Máximo Silva Loureiro, Universidade Federal do Pará

Mestre em Arquitetura e Urbanismo na linha Patrimônio, Restauro e Tecnologia e Pesquisador Colaborador do Laboratório de Conservação, Restauração e Reabilitação (LACORE) da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Rômulo Simões Angélica, Universidade Federal do Pará

Professor Associado da Faculdade de Geologia, do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará - UFPA. Ministra aulas para o curso de Graduação em Geologia e Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica. Chefia dos Laboratórios de Raios-X (Difração e Fluorescência) e Análises Termo-Gravimétricas e Infravermelho.

Thais Alessandra Bastos Caminha Sanjad, Universidade Federal do Pará

Professora Adjunta III da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, do Instituto de Tecnoligia da Universidade Federal do Pará - UFPA. Ministra aulas para o curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Coordena o Laboratórios de Conservação, Restauração e Reabilitação.

Mário Mendonça de Oliveira, Universidade Federal da Bahia

Professor adjunto IV da Universidade Federal da Bahia da qual recebeu o Título de Professor Emérito. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Materiais e Componentes de Construção, atuando principalmente nos seguintes temas: restauração de monumentos, restauração e conservação, restauro, argamassas antigas e conservação do patrimônio. É membro efetivo da Academia de Ciências da Bahia. Coordena o Núcleo de Tecnologia da Preservação e da Restauração.

Marcondes Lima da Costa, Universidade Federal do Pará

Professor Associado III da Faculdade de Geologia, do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará - UFPA. Ministra aulas para o Programa de Pós-graduação em Geologia e Geoquímica e do Programa de Pós-Graduação em Química da UFPa. Chefia o Laboratório de Mineralogia e Geoquímica Aplicada.

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Publicado

2015-05-18

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