Avaliação do uso do hidróxido de potássio em geopolímeros visando à prevenção de formação de eflorescência
Palavras-chave:
Geopol´ímeros, Hidróxido de potássio, Resíduo da lapidação do vidro, Metacaulim, EflorescênciasResumo
O presente estudo desenvolveu geopolímeros, combinando hidróxido e silicato de potássio (KOH + SS) e hidróxido de potássio e silicato de sódio (KOH + SS) como mistura ativadora e resíduo da lapidação do vidro e metacaulim como materiais precursores, com o objetivo de mitigação da formação de eflorescências. Foram realizados ensaios de difração de raios X (DRX), avaliação visual da possível formação de eflorescências e resistência à compressão dos geopolímeros produzidos nas idades de 28 e 63 dias com ativador de molaridade 10, relações sílica/alumina de 3,5 e 4,0, sujeitos a curas térmicas de 40 e 60ºC. Através da análise de DRX observou-se que todas as amostras exibiram picos de quartzo em posições entre 2θ = 20º e 30º, comprovando a presença de fases cristalinas, todavia, os geopolímeros produzidos com silicato de sódio apresentaram picos com maior intensidade. Nenhuma das pastas geopoliméricas executadas apresentaram formação de eflorescências visuais. Por meio do ensaio mecânico, foi possível determinar que os geopolímeros que apresentaram as melhores resistências à compressão média foram os produzidos com a mistura KOH + SS. A temperatura de cura que gerou melhores resultados foi a de 40ºC.
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