A INFLUÊNCIA DO RISCO-AVENTURA NO PROCESSO DE COESÃO DAS DIFERENTES COMUNIDADES DO VOO LIVRE

Autores

  • Sergio Luiz Gomes de Azevedo Universidade Gama Filho
  • Ney Felippe de Barros Rodrigues Cocchiarale UNIVERSIDADE GAMA FILHO
  • Vera Lucia de Menezes Costa Universidade Gama Filho

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-8918.9657

Palavras-chave:

Voo livre. Assunção de riscos. Valores sociais

Resumo


 
O objetivo deste estudo foi investigar os sentidos do risco como elemento gerador de comunhão entre os praticantes de voo livre. Foram analisados 10 depoimentos, publicados nas revistas Air Time Adventure e Sky News, e no livro Parapente Brasil. Trata-se de uma investigação exploratória com abordagem qualitativa. Partindo destes discursos, analisamos os aspectos do risco-aventura que contribuem para o processo de coesão vivenciado no cotidiano de suas práticas. Constatamos que o risco é um elemento fundamental na formação das comunidades de voo, possibilitando que indivíduos que enfrentam juntos os mesmos riscos se percebam como pessoas que professam valores semelhantes.

 

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Biografia do Autor

Sergio Luiz Gomes de Azevedo, Universidade Gama Filho

Mestrando do curso de Educação Física e Cultura da Universidade Gama Filho - RJ. Participação no Grupo de Estudos do Laboratório do Imaginário e das Representações Sociais, sobre Ludicidade Esporte e Lazer - LIRES / LEL.

Ney Felippe de Barros Rodrigues Cocchiarale, UNIVERSIDADE GAMA FILHO

Mestrando do curso de Educação Física e Cultura da Universidade Gama Filho - RJ. Participação no Grupo de Estudos do Laboratório do Imaginário e das Representações Sociais, sobre Ludicidade Esporte e Lazer - LIRES / LEL.

Vera Lucia de Menezes Costa, Universidade Gama Filho

Doutora do Curso de Pós-graduação em Educação Física e Cultura da Universidade Gama Filho - RJ.

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Publicado

2010-02-13

Como Citar

AZEVEDO, S. L. G. de; COCCHIARALE, N. F. de B. R.; COSTA, V. L. de M. A INFLUÊNCIA DO RISCO-AVENTURA NO PROCESSO DE COESÃO DAS DIFERENTES COMUNIDADES DO VOO LIVRE. Movimento, [S. l.], v. 16, n. 3, p. 257–276, 2010. DOI: 10.22456/1982-8918.9657. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/Movimento/article/view/9657. Acesso em: 26 jun. 2022.

Edição

Seção

Artigos Originais