Ativos Intangíveis e Estrutura de Propriedade: Evidências no Mercado Brasileiro

Autores/as

  • Julio Henrique Machado Fucape Business School

Palabras clave:

Ativos Intangíveis, Intangibilidade, Estrutura de Propriedade

Resumen

Objetivo: O presente estudo tem como objetivo analisar as influências da estrutura de propriedade no nível de intangibilidade das empresas.

Método: A proxy de intangibilidade adotada refere-se a divisão entre o valor de mercado do Patrimônio Líquido e o seu valor contábil. A amostra foi composta por 92 empresas brasileiras de capital aberto no período entre 2014 a 2019. Utilizou-se de regressão linear com dados em painel e controle de efeitos aleatórios.

Originalidade/Relevância: O trabalho explora a intersecção entre ativos intangíveis e estrutura de propriedade. Tendo em vista a característica do mercado brasileiro de elevada concentração de capital e as constatações empíricas de que empresas intangível-intensivas são mais financiadas por capital próprio, torna-se necessário estudar a relação entre ativos intangíveis e aspectos ligados à governança corporativa, como estrutura de propriedade e controle, lacuna que a presente pesquisa pretende explorar.

Resultados: Constatou-se que a concentração de propriedade exerce influência positiva no nível de intangibilidade, enquanto a concentração de controle exerce influência negativa. Além disso, observou-se que o efeito negativo da concentração de controle é mais forte que o efeito positivo da concentração de propriedade.

Contribuições: O trabalho provê subsídios para auxiliar no entendimento sobre como o mercado precifica a concentração de propriedade e controle, contribuindo com a comunidade acadêmica e ambiente corporativo a partir de novas evidências para discussões e ampliação da literatura.

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Publicado

2023-12-30

Cómo citar

MACHADO, Julio Henrique. Ativos Intangíveis e Estrutura de Propriedade: Evidências no Mercado Brasileiro. ConTexto - Contabilidade em Texto, Porto Alegre, v. 23, n. 56, p. 34–52, 2023. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/ConTexto/article/view/130916. Acesso em: 9 ago. 2026.

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