GESTÃO FAMILIAR COMO FATOR DE INFLUÊNCIA NO NÍVEL DE DISCLOSURE DE ATIVOS INTANGÍVEIS

Autores

  • André de Souza Simil UFMG
  • Octávio Valente Campos UFMG
  • Jacqueline Veneroso Alves da Cunha UFMG
  • Mariana Camilla Coelho Silva Castro UFMG

Palavras-chave:

Ativos intangíveis, Disclosure, Propriedade Familiar

Resumo

O objetivo principal deste estudo é discutir as diferenças nos níveis de evidenciação dos ativos intangíveis entre as empresas familiares e não familiares listadas na BM&FBovespa, diante da obrigatoriedade da aplicação do Pronunciamento Técnico CPC 04 (R1) – Ativos Intangíveis. Foram identificadas as entidades cujo controle fosse familiar por meio da análise do Formulário de Referência de todas as 525 empresas listadas na BM&FBovespa. Na sequência, procedeu-se à análise de seus Balanços Patrimoniais e Notas Explicativas para a construção do índice de aderência ao CPC 04 (R1), por meio do checklist estruturado na pesquisa de Avelino, Pinheiro e Lamounier (2012). Os dados coletados foram analisados por meio da estatística descritiva e inferencial com o auxílio do software Stata. Foi formulada a hipótese de que o nível de disclosure dos ativos intangíveis das empresas familiares é menor quando comparado ao das companhias não familiares. A partir dos resultados encontrados, não se pôde rejeitar a hipótese nula deste estudo, verificando que não há diferenças significativas entre os níveis de disclosure das entidades dos dois segmentos analisados. Entretanto, foram encontradas diferenças estatisticamente relevantes nos níveis de divulgação que dizem respeito aos gastos com pesquisa e desenvolvimento reconhecidos como despesas.

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Publicado

2018-03-14

Edição

Seção

Artigos