EVIDENCIAÇÃO DOS ATIVOS BIOLÓGICOS NAS MELHORES E MAIORES EMPRESAS DO SETOR DE CELULOSE E PAPEL: UMA COMPARAÇÃO ENTRE EMPRESAS ABERTAS E FECHADAS

Autores

  • Evelini Lauri Morri Garcia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM)
  • Simone Leticia Raimundini Sanches UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM)
  • Deisy Cristina Correa Igarashi Doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Professora do Departamento de Ciências Contábeis da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Palavras-chave:

Empresas abertas, Empresas fechadas, Evidenciação, Ativo biológico.

Resumo

O objetivo deste estudo é analisar o nível de evidenciação acerca dos ativos biológicos das melhores e maiores empresas abertas e fechadas do setor de celulose e papel no período de 2010 a 2013. A observação deste período permite avaliar se houve aumento do nível de comunicação das informações relativas aos ativos biológicos em empresas abertas e fechadas. A definição das unidades de análise foi pautada no ranking das empresas listadas pela Revista Melhores e Maiores 2013, especificamente no setor de celulose e papel e investigou as notas explicativas e os sites de 6 empresas nos anos 2010 a 2013, sendo 4 companhias abertas e 2 companhias fechadas. Os resultados obtidos indicam que a divulgação compulsória não atendeu todos os requisitos do CPC 29 e CPC 46, tanto pelas empresas abertas quanto pelas empresas fechadas. A evidenciação voluntária foi observada em maior nível por empresas de ambas as estruturas societárias. Foi constatado que a estrutura societária não é fator determinante para o nível de evidenciação compulsória e voluntária dos ativos biológicos e que não houve melhoria significativa na divulgação ao longo do período analisado. Os achados contribuem com as pesquisas acerca das práticas de divulgação, particularmente quanto aos aspectos da discricionariedade e da eficiência.

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Biografia do Autor

Evelini Lauri Morri Garcia, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM)

Mestranda em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Professora do Departamento de Ciências Contábeis da Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Simone Leticia Raimundini Sanches, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ (UEM)

Doutora em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

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Publicado

2016-08-31

Edição

Seção

Artigos