TEORIA E PRÁTICA PARA A ADOÇÃO DO XBRL - EXTENSIBLE BUSINESS REPORTING LANGUAGE

Autores

  • Thomas de Rossi UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Paulo Schmidt UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

XBRL, Divulgação contábil, Tratamento automatizado, Informação financeira

Resumo

A padronização da informação tem cada vez mais relevância em um entorno crescente de internacionalização. A adoção de padrões internacionais de divulgação contábeis, dados pela International Accounting Standards Board (IASB) e pela International Financial Reporting Standards (IFRS), coloca a necessidade de adotar uma linguagem comum no intercâmbio de informações financeiras. Este trabalho objetiva propiciar ao leitor, contador ou não, o entendimento do formato XBRL. Segundo o Conselho Federal de Contabilidade (CFC, 2010), o padrão XBRL começou a ser pesquisado há dez anos, nos Estados Unidos, pelo contador Charles Hoffman. O entendimento do XBRL passa através de dois conceitos fundamentais: o das especificações e das taxonomias, que permitem a um sistema organizar, extrair e analisar informações codificadas dentro de tal classificação. O formato XBRL internacional é livre (royalty-free) pensado para a área financeiro-contábil. A ideia é tratar a informação financeiro-contábil demarcada eletronicamente. Por exemplo: “Margem bruta” (gross margin), terá seu único tag name ou etiqueta, seja numa demonstração contábil americana, brasileira, ou qualquer que seja o país da empresa, a demonstrar suas divulgações financeiras nesse formato. Conforme o CFC, todos os tipos de entidades (empresas, reguladores, governo etc.), podem utilizar o XBRL para reduzir custos e melhorar a eficiência no tratamento dos seus negócios e informações financeiras. O uso de software pode também imediatamente validar os dados, destacando os erros e falhas que podem ser imediatamente acessados. Ele também pode ajudar na análise, seleção e processamento dos dados para nova utilização. O esforço humano pode ser canalizado para níveis mais elevados, com maior valor agregado, por exemplo: os aspectos de análise, avaliação, informação e tomada de decisão. Desta forma, os analistas de investimento podem poupar esforços, simplificar significativamente a seleção e a comparação de dados e análises.

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Biografia do Autor

Thomas de Rossi, UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Bacharel em Ciências Contábeis da UFRGS

Paulo Schmidt, UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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Publicado

2011-02-21