A Reforma Escolar como Performance e Espetáculo Político

Autores

  • Gary L. Anderson New York University

Palavras-chave:

Reforma escolar. Espetáculo politico. Privatização.

Resumo

Uma indústria da reforma escolar tem se desenvolvido nos Estados Unidos, desde a publicação do relatório encomendado, A Nation at Risk, de 1983. Esse movimento pela reforma escolar foi impulsionado pela teoria do capital humano, pela influência do lobby empresarial, pelo apoio bipartidário dos testes da responsabilização por meio da introdução de uma avaliação padronizada e por grandes fundações filantrópicas como as de Bill Gates, Sam Walton e Eli Broad. Esse capítulo defende que o estudo minucioso de que necessitamos exige novas teorias de poder e das relações políticas. Enquanto os atores políticos tradicionais foram cruciais na promoção da legislação a respeito das reformas educacionais, novos e bem-financiados atores políticos promoveram essas reformas por meio da criação daquilo que Edelman (1988) chamou de espetáculo político, resultando em uma cultura de performatividade (Lyotard, 1984) e na privatização de grandes setores da escolarização pública.

 

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Biografia do Autor

Gary L. Anderson, New York University

Gary L. Anderson é professor na área de Política e Liderança Educacional na
Steinhardt School of Culture, Education, and Human Development da New
York University. Seu livro mais recente é Advocacy Leadership: Toward a
Post-Reform Agenda (Editora Routledge).

Arquivos adicionais

Publicado

2010-08-25

Como Citar

Anderson, G. L. (2010). A Reforma Escolar como Performance e Espetáculo Político. Educação & Realidade, 35(2). Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/12883

Edição

Seção

Performance, Performatividade e Educação

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