ESTIGMA INTERNALIZADO DE INDIVÍDUOS EM TRATAMENTO PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA

Bruno Marson Malagodi, Márcia Greguol, Attilio Carraro, Hélio Serassuelo Junior

Resumo


Indivíduos com dependência química tendem a ser estigmatizados e, uma vez que este estigma é internalizado, podem ocorrer prejuízos na adesão ao tratamento e a reinserção social. O objetivo do estudo é analisar o estigma internalizado de indivíduos em tratamento para dependência química e sua relação com a prática de atividade física. Para tanto, 106 indivíduos com dependência química responderam a questionários sobre estigma internalizado e prática de atividade física. Os dados foram tratados com estatística descritiva e análises de correlação. O estigma internalizado mostrou-se em geral elevado, com maiores pontuações para Alienação, Percepção de discriminação e Evitação social. Foi verificada correlação significativa inversa entre a prática de atividade física e o estigma internalizado, indicando que a oferta de programas de atividade física na fase de reabilitação pode ser benéfica não apenas para a melhora da condição física, mas também para a redução dos danos psicológicos impostos pela dependência química.

 


Palavras-chave


Transtornos relacionados ao uso de substâncias. Estigma social. Alcoolismo. Exercício.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.84970

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