APRENDIZAGEM FORMAL, NÃO FORMAL E INFORMAL: COMO CONDUTORES DE DOIS PARQUES NACIONAIS ESTABELECEM SEU TIROCÍNIO

Marcial Cotes, William das Neves Salles, Alexandre Vinícius Bobato Tozetto, Juarez Vieira Nascimento

Resumo


O objetivo do estudo foi investigar as situações de aprendizagem profissional (formal, não formal e informal) de condutores de trilhas de longa duração atuantes em dois Parques Nacionais (PARNAs) brasileiros. Participaram do estudo descritivo-exploratório, com abordagem qualitativa dos dados, 79 condutores, sendo 49 não graduados e 30 graduados. Os procedimentos de análise de conteúdo foram empregados na apreciação das entrevistas semiestruturadas. Apesar da maioria dos investigados valorizar as situações formais, não formais e informais de aprendizagem, a aprendizagem informal com familiares, visitantes, demais condutores e a partir da reflexão sobre o próprio trabalho se sobressaiu sobre as demais. Os principais aprendizados nessas situações envolvem aspectos como questões climáticas, segurança dos visitantes, características específicas dos biomas e preservação ambiental. As evidências do estudo sinalizam a necessidade de os cursos de formação contemplarem mais oportunidades de práticas contextualizadas às exigências da prática profissional dos condutores, assim como períodos de estágio supervisionado por pares mais experientes.

 


Palavras-chave


Aprendizagem. Percepção. Natureza. Educação Física.

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.75313

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