Na fronteira entre Estado e mercado: a elite político-econômica do Banco Central do Brasil
DOI:
https://doi.org/10.1590/1807-0337/e139406Palabras clave:
elite político-econômica, Estado, mercado, Banco Central do Brasil (BCB).Resumen
A resenha da coletânea Os mandarins da economia: presidentes e diretores do Banco Central do Brasil, organizada por Adriano Codato e Mateus de Albuquerque, discute os resultados de investigação coletiva sobre a composição de um segmento de elite situado no Banco Central do Brasil (BCB) e caracterizado pelo controle de recursos políticos expressivos e capacidade de determinação de variáveis-chave de política econômica. Destacando o rigor e a inovação metodológica da obra, a resenha explicita a condição transicional dessa elite, propriamente político-econômica, e sua posição angular no processo de mútua (re)constituição das fronteiras entre Estado e mercado no país.
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